domingo, 29 de novembro de 2009

La Roux



La Roux é um duo britânico de electropop composto pela vocalista Eleanor Jackson e pelo synth player Ben Langmaid. O nome do grupo, que em português significa “A Ruiva”, advém do cabelo ruivo de Eleanor e da sua herança francesa. O facto da presença de Ben em palco ser bastante discreta e de Eleanor ser a unica vocalista, leva a que muitas vezes o publico pense que se trata de uma actuação a solo, mas não é disso que se trata. As influências provêm do synthpop dos anos 80, de bandas como os Depeche Mode, Blancmange e Yazoo.
“La Roux” é também o nome primeiro álbum do grupo, lançado em finais de Junho passado mas que apenas recentemente descobri. O tipo de sonoridade que marca o álbum foi já referido na pequena nota sobre o grupo. Deste álbum já foram retirados os singles "Quicksand", "In for the Kill", “Bulletproof” e “I’m Not Your Toy”, mas o álbum é bom como um todo, vale a pena deixar tocar desde a primeira à última faixa. Destaque também para “Cover My Eyes” a faixa mais slow do álbum.
Se gostares poderá sempre ir ao Lux no próximo dia 13 de Março para assistir à actuação do grupo ao vivo.
Aqui fica o vídeo de um dos singles, “Bulletproof”, um vídeo com um grafismo excelente, e que quer por esse mesmo grafismo, quer pela sonoridade da música, me faz lembrar aqueles videojogos daquelas maquinas antigas de por a moeda com joystick.







Para saberes mais sobre este álbum clica nos seguintes links:

http://www.myspace.com/larouxuk


http://www.amazon.com/Roux/dp/B002M2N9JI/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=music&qid=1259547277&sr=8-1


http://pop-se.blogspot.com/2009/06/download-da-semana-la-roux-la-roux-2009.html

Beyoncé - I Am... Yours: An Intimate Performance at Wynn Las Vegas





E como convidada especial para inaugurar este blog ninguém melhor do que Beyoncé, uma das mais bem sucedidas Artistas da actualidade.
“I Am Yours… An Intimate Performance at Wynn Las Vegas”, pode ser considerado como o unplugged de Beyoncé. Este álbum duplo ao vivo é o registo de um concerto gravado em Las Vegas inserido na digressão mundial “I Am Tour…” mas com uma plateia mais reduzida, um cenário e alinhamento diferentes num ambiente mais intimista.
Beyoncé que surge no meio da plateia, dá as boas vindas aos fans com “Hello” para abrir a parte acústica do espectáculo, denominada “Intimate...”. Seguem-se as baladas “Halo” e “Irreplaceable”, destaca-se a versão acústica do hit de dança “Sweet Dreams” em medley com “Dangerously in Love” onde Beyoncé dá asas ao soul da sua voz. “You Oughta Know” de Alanis Morissette é cantado pelo meio de “If I Were a Boy”. “Resentment” é cantada pela primeira vez ao vivo e fecha este primeiro bloco.
Como intervalo para o segundo bloco Beyoncé apresenta uma versão mais jazz de “Deja Vu” precedida por uma espécie de medley em que a artista imita instrumentos com a sua voz, homenageando ao mesmo tempo Ella Fitzgerald, uma das suas inspirações, através da música “It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got That Swing)”. Este é na minha opinião, um dos melhores momentos do concerto onde Beyoncé demonstra a grande versatilidade da sua voz.
O segundo acto do concerto é apelidado de “Storytelling”, e é isso mesmo, a partir daqui a esposa de JayZ conta a história da sua vida pessoal e profissional através dos seus hits. “I Wanna Be Where You Are” de Micheal Jackson serve de tema de abertura por ter sido o primeiro tema cantado pelas Destiny’s Child na sua primeira audição, e simultaneamente de homenagem ao eterno rei da Pop. Segue-se o já habitual “Destiny’s Child Medley” no qual nos é contada a história do grupo entre os vários hits. “Work it Out” serve de referência ao primeiro trabalho de Beyoncé como actriz em “Austin Powers”; “'03 Bonnie & Clyde", o momento em que conheceu JayZ; “Crazy in Love” a simbolizar o arranque da sua carreira a solo juntamente com “Naughty Girl”; “Get Me Bodied” para não deixar “B’Day” de fora; e a finalizar concerto o seu mais recente #1 “Single Ladies”.
Em suma, Beyoncé nos álbuns e videoclips é uma coisa, mas a Beyoncé ao vivo é algo muito melhor, a voz tem mais soul, dá mais espaço ao improviso e acrobacias vocais, e é claro a sua excelente banda Suga Mamma, toda ela composta por mulheres desde as duas bateristas às backing vocals as mammas, três "grandes" senhoras negras e com grandes vozes. A edição deste trabalho vem também em DVD com o concerto na íntegra.




Aqui ficam dois dos melhores momentos do concerto, a abertura com "Hello" e o "Deja Vu Jazz Medley":






"Hello"






"Deja Vu Jazz Medley"




Para saberes mais sobre este album clica no seguinte link:

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Hello!

“Hello” é esta a música que serve de inspiração para a mensagem de boas vindas a este blog no qual pretendo vir a partilhar e a divulgar algumas das “shits” de que gosto e que vou descobrindo.
“I Love That Shit” porquê?! … Porque andava à procura de um nome para o blog, pensei em “This Is Good”, baseado no título do filme póstumo de Michael Jackson “This Is It”, mas este já não se encontrava disponível. Pensei em “High Recommended” mas achei muito sem sabor. Então, eis que na letra da música “Hello” de Beyoncé surge um verso “I Love That Shit” e pronto, tal como no Chocapic, “puff”, ficou. Contudo o termo “shit”, que para quem não sabe significa “merda”, não é utilizado no seu sentido pejorativo… enfim, é básico demais para ter de explicar, não?!
“I Love That Shit”, é aqui que vou passar a divulgar tudo o que na minha opinião é bom e merece ser divulgado, desde músicas, álbuns, videoclips, filmes, séries, etc. É claro que a vocês cabe-vos sempre o direito a não gostar do que eu gosto.
Hello e bem-vindos!